Apesar de tudo… Ainda amo!
Ainda ouço o canto dos pardais, no jardim
A planta que floresce sob a luz da mãe natureza
A poesia que aflora os meus dias
Por tudo isso
Nunca perderei a vontade de amar
E enxergar a vida que me rodeia
Que diz me amar a cada amanhecer
A lágrima que cai dos meus olhos, que seja de felicidade
Deus me deu o ar
E diante…
Do pardal que canta
Do sol que ainda brilha
E da rosa que insiste em florescer
Apesar de tudo… Ainda amo!
Tânia
