Assim que cheguei à fonte, vi o reflexo na água, era de um vulto errante que trazia seu peito cheio de mágoas.
E eu ali apreciando todo o seu encantamento, naquela noite de completa escuridão, nem ao menos vi a lua que clareasse a rua ou a minha solidão.
Nem ao menos vemos a lua, que talvez se ilumine a rua e clarear minha solidão.
Olhas para trás, mas não vês ninguém. Volta a olhar para a fonte e a o vulto continua a chamar-te.
Mas, a noite é toda tua, ela é encantadora e me deixou tão sonhadora com apenas uma fonte nua.
Tânia
